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#Irã #Estados Unidos #urânio enriquecido #sanções econômicas #Organização de Energia Atômica do Irã #AIEA #negociações nucleares #não proliferação #Teerã #Washington #diplomacia internacional
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Irã diz que está disposto a "diluir" seu urânio altamente enriquecido se os Estados Unidos suspenderem "todas as sanções", afirmou o chefe da Organização de Energia Atômica do país 🧵 É o ponto de partida de uma negociação que mistura ciência, pressão econômica e política externa.

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Para entender: em 2015 havia o acordo nuclear (JCPOA). Em 2018 os EUA saíram e reimporam sanções — Teerã revezou entre cumprir e acelerar enriquecimento. Agora, com as conversas retomadas, a proposta de diluir busca transformar um estoque técnico em moeda de troca diplomática.

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O que significa "diluir"? É o chamado downblending: converter urânio em níveis próximos aos usados em energia (LEU), não para armas. Tecnicamente possível, mas só reduz risco imediato se houver verificação independente, provavelmente pela AIEA, e medidas claras de fiscalização.

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O problema político é óbvio: o Irã pede a suspensão de todas as sanções; os EUA querem garantias verificáveis. Entre eles estão pressões regionais (Israel, países do Golfo) e disputas internas. Qualquer acordo exigirá paciência, madrugadas de negociação e compromissos duraos de ambos os lados.

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Há também dimensão humana e ambiental: sanções duras afetam saúde pública e acesso a tecnologia médica; manejo do material nuclear requer segurança e sustentabilidade. Uma solução real precisa combinar desarmamento técnico com alívio que chegue à população — e transparência para evitar abuso.

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Fechar esse capítulo dependerá de três coisas: diluição técnica credível, verificação contínua da AIEA e política pública que garanta benefícios civis. Se der certo, menos risco imediato; se falhar, a desconfiança volta a crescer. Diplomacia com ciência e fiscalização é o caminho.

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