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🇮🇹 Roma quer levar a governança da inteligência artificial além da Europa — unindo IA, cibersegurança, energia e infraestrutura digital. 🧵

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🇮🇹 A Itália quer um pacto internacional para manter a inteligência artificial “a serviço da humanidade”. O subsecretário de Inovação Tecnológica, Alessio Butti, defende que regras nacionais ou europeias, sozinhas, não bastam. 🧵

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Em artigo no Milano Finanza, Butti propõe uma estrutura global que conecte IA, tecnologias quânticas, cibersegurança, energia e infraestrutura digital. A tese é que esses setores já são interdependentes — e os riscos também.

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O ponto central: IA não deve ser tratada como uma força autônoma cujas decisões os humanos apenas aceitam. Para Butti, responsabilidade, supervisão e capacidade de decisão humana precisam permanecer no centro do uso da tecnologia.

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A proposta amplia um debate que ganhou força no governo italiano após a aprovação de uma lei nacional sobre IA. A legislação busca transformar em política pública princípios como controle humano e responsabilização no desenvolvimento e uso dos sistemas.

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Butti argumenta que a Europa não definirá seu papel na era da IA apenas com regulação. Também precisará de escala tecnológica, infraestrutura e cooperação com outros países — especialmente diante da competição entre grandes potências.

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A recente missão de Butti aos EUA é apresentada como sinal dessa estratégia. O desafio é conciliar competitividade com prestação de contas: modelos poderosos podem ampliar serviços e produtividade, mas exigem regras claras contra abusos e concentração de poder.

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O debate vai além de quem criará o modelo mais avançado. A questão é quem definirá padrões de segurança, acesso, transparência e responsabilidade. Sem coordenação internacional, normas fragmentadas podem deixar brechas justamente onde a tecnologia cruza fronteiras.

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