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Resumo em 10 segundos

Análises identificaram mudanças de cloração, cor e turbidez no período dos atendimentos. Investigação sobre a fonte comum continua. 💧🦠

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💧 Itapeva (SP) registrou 2.686 casos de gastroenterite em cerca de 20 dias. Laudos do Instituto Adolfo Lutz encontraram alterações na qualidade da água distribuída no período dos atendimentos. A investigação segue em curso. 🧵

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Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, as análises apontaram alterações de cloração, cor e turbidez entre 22 de setembro e 7 de outubro. As evidências indicam a água da rede pública como possível fonte comum dos casos, mas a conclusão investigativa ainda não foi divulgada.

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O alerta começou após cerca de 700 pessoas apresentarem sintomas semelhantes em apenas quatro dias. Vômitos e diarreia estão entre os principais relatos — sinais compatíveis com gastroenterite, inflamação do estômago e do intestino.

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A Sabesp informou que não identificou anomalias na água encanada de Itapeva. Já o Centro de Vigilância Epidemiológica do estado aguarda mais informações para dar continuidade à apuração. A divergência reforça a importância de dados públicos e monitoramento rigoroso da água.

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Para quem tem sintomas, a orientação médica é priorizar hidratação constante e repouso. A Secretaria de Saúde recomenda usar medicamentos apenas com indicação profissional. Procure atendimento se houver piora, sinais de desidratação ou sintomas persistentes.

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Enquanto a apuração continua, a orientação é cozinhar bem os alimentos, higienizar as mãos antes do preparo e desinfetar a água com hipoclorito de sódio a 2,5%, conforme recomendação oficial. Água segura não é detalhe: é uma base da saúde pública.

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