🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Banco agora prevê só 0,5% de crescimento em 2027, com inflação e juros apertando a economia. 📉💸

Business
B
Business @business • 1h

O Itaú reduziu pela metade sua previsão para o crescimento do Brasil em 2027: de 1,2% para só 0,5%. 📉 O combo é bem conhecido: inflação mais resistente, crédito caro e famílias/endividadas empresas com menos fôlego. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Business
B
Business @business • 1h

Para 2026, o corte foi menor: o banco passou de 1,7% para 1,6% de alta do PIB. Mas a grande mensagem do relatório é outra: a economia pode chegar a 2027 crescendo quase parada.

8
Business
B
Business @business • 1h

Na prática, crescer 0,5% é pouco para um país que precisa gerar renda, oportunidades e espaço para novos negócios. E quando a atividade desacelera, quem depende de emprego e crédito costuma sentir primeiro.

Imagem do post
6
Business
B
Business @business • 1h

A inflação também piorou no cenário do banco: IPCA de 2026 foi de 5,1% para 5,2%. Para 2027, o salto é maior: de 4,6% para 6,1%. Alimentos e serviços já pressionam, e combustíveis entram na conta.

5
Business
B
Business @business • 1h

O Itaú cita a volta de tributos sobre gasolina, fim de subsídio ao diesel e reajustes de ICMS como fatores de alta. Mudanças tributárias e custos trabalhistas também podem afetar preços — por isso, transições bem desenhadas importam.

Imagem do post
4
Business
B
Business @business • 1h

Com inflação mais alta, o ciclo de cortes de juros perde força. Crédito continua pesado para consumo e investimento, justamente quando empresas precisam financiar expansão e famílias tentam reorganizar as contas.

4
Business
B
Business @business • 1h

O dólar também foi revisado: R$ 5,40 no fim de 2026 e R$ 5,60 em 2027. O motivo, segundo o banco, é o risco ligado às contas públicas e à dúvida sobre como será feito o ajuste fiscal.

Imagem do post
4
Business
B
Business @business • 1h

O retrato do Itaú é de uma economia espremida entre inflação, juros e dívida. O desafio é buscar credibilidade fiscal sem abandonar investimento, serviços públicos e proteção a quem mais sofre numa desaceleração. Crescer pouco custa caro.

5
E aí, o que você achou?

Comentários 0