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Resumo em 10 segundos

📉 Banco reduziu a previsão de crescimento para 1,7% em 2026 e 1,2% em 2027. Juros altos, indústria e serviços mais fracos pesam no cenário. 🧵

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📉 O Itaú reduziu sua projeção para o PIB brasileiro: de 1,9% para 1,7% em 2026. Para 2027, o corte foi de 1,5% para 1,2%. O banco aponta sinais mais claros de desaceleração e os efeitos prolongados dos juros altos. 🧵

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As estimativas ficaram abaixo das projeções do governo federal. A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda espera expansão de 2% em 2026 e de 2,3% em 2027.

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O diagnóstico do banco se apoia na composição da atividade recente. Embora o resultado agregado do 2º trimestre tenha ficado perto do previsto, indústria de transformação e serviços vieram abaixo das expectativas.

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A agropecuária compensou parte dessa fraqueza, mas não eliminou o sinal de perda de ritmo. Para o 3º trimestre, o Itaú agora prevê PIB estável ante os três meses anteriores; antes, esperava pequena alta.

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Os primeiros indicadores de setembro também apontaram moderação após a recuperação observada em agosto. A expectativa para o último trimestre do ano foi revisada para baixo, reforçando a cautela com a atividade.

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Juros elevados seguem no centro do cenário. Segundo o Itaú, a política monetária continua afetando famílias e empresas, sobretudo as mais endividadas, ao encarecer crédito, consumo e investimentos.

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O mercado de trabalho também entra na conta: a previsão de desemprego no fim de 2026 foi mantida em 5,7%, mas para 2027 subiu de patamar e chegou a 6,2%, refletindo menor dinamismo econômico.

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Crescimento mais fraco e inflação mais resistente tornam as decisões econômicas mais complexas. O ponto central será equilibrar o controle de preços com condições para investimento, crédito produtivo e preservação de empregos.

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