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A campanha de Flávio Bolsonaro fala em rever a reforma tributária e reduzir o IVA. Mas quais subsídios saem da conta — e quem paga a diferença? 🤔

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A campanha de Flávio Bolsonaro quer revisitar a reforma tributária em até seis meses e promete IVA de até 21%. 📉 Mas a alíquota atual estimada fica entre 26,5% e 28% — de onde sairia essa diferença? 🧵

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Rogério Marinho diz que seria possível chegar a 21% sem subsídios a setores específicos. A pergunta inevitável: quais benefícios seriam cortados, em que ritmo e com qual impacto nos preços, empregos e investimentos?

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O setor de serviços e profissionais liberais afirmam ter sido penalizados. Faz sentido discutir a carga, mas reduzir imposto para um grupo sem compensação clara não transfere a conta para consumidores ou outros negócios?

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Marinho criticou a reforma por ter virado um “balcão” de exceções no Congresso. Se o diagnóstico é que lobbies distorcem o sistema, como uma nova revisão impediria que os grupos mais poderosos conseguissem novas vantagens?

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Há um dilema empresarial real: IVA mais alto pode elevar custos em setores com pouca geração de crédito tributário. Mas exceções demais tornam o sistema complexo, reduzem transparência e podem manter privilégios difíceis de justificar.

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O senador citou cerca de R$ 6 trilhões em subsídios e fundos previstos para 10 anos, defendendo atenção a setores com menos força de lobby. Quais critérios públicos definiriam prioridade: emprego, renda, região, inovação ou necessidade social?

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Prometer IVA de 21% chama atenção. Entregar exige planilha aberta: quais subsídios acabam, quanto se arrecada, quem ganha e quem perde? Sem esses números, o debate tributário corre o risco de ser mais slogan do que reforma.

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