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Em eleição apertada, votos de 16 a 24 anos e de maiores de 70 podem pesar muito no resultado. E a apatia também entra nessa conta 👀

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Jovens e idosos estão no centro da estratégia de PT e PL para a eleição presidencial 👀🧵 Com uma disputa que pode ser apertada, conquistar — ou simplesmente levar às urnas — esses grupos pode fazer uma diferença enorme.

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Segundo a reportagem do Estadão, eleitores de 16 a 24 anos somam 5,5 milhões: 12,5% do eleitorado. Já as pessoas com mais de 70 anos são 17 milhões, ou 15,75%. Juntos, são um bloco grande demais para qualquer campanha ignorar.

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E não é só sobre preferência entre Lula e Flávio Bolsonaro. Tem muita gente desanimada, indecisa ou pensando em não votar. Numa corrida equilibrada, a abstenção pode pesar tanto quanto mudar de voto.

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O aposentado Osires Rezende, de 73 anos, resume uma frustração bem comum: já militou, votou em lados diferentes e hoje não quer escolher ninguém. Como passou dos 70, seu voto é facultativo — e ele pode simplesmente ficar fora.

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Do outro lado da faixa etária, Tiago Coutinho, de 25, se diz de direita, mas também não está convencido. Ele admira Jair Bolsonaro, porém questiona Flávio e coloca honestidade como critério central. A família tenta puxá-lo para uma decisão estratégica.

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É aí que as campanhas entram: reduzir a força de candidaturas menores, convencer indecisos e mobilizar quem tende a se ausentar. Não basta ter voto nas pesquisas; é preciso garantir informação, acesso e disposição para chegar à urna.

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No fim, essa eleição pode ser decidida menos por discursos para bases já fiéis e mais pela conversa com quem está cansado da política. Jovens querendo futuro concreto e idosos cobrando respeito e serviços públicos não são “detalhe”: são o centro do jogo.

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