🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

A sonda europeia passou a 8.640 km do Oceano Índico e mudou sua rota em 20° quase sem gastar combustível. 🌍🛰️

Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

A sonda Juice, da ESA, passou a apenas 8.640 km sobre o Oceano Índico e usou a gravidade da Terra para redesenhar sua rota até Júpiter. 🌍🛰️ A manobra mudou a trajetória em 20° e elevou a velocidade em 3,5 km/s. 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

A técnica é chamada de assistência gravitacional: a sonda aproveita o movimento e o campo gravitacional de um planeta para alterar velocidade e direção. É uma forma de navegar pelo Sistema Solar economizando propelente.

7
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

Segundo a ESA, nas quatro semanas antes do sobrevoo, foi necessário apenas um pequeno ajuste de trajetória. A precisão era decisiva: uma aproximação fora do ponto ideal reduziria o ganho obtido com a gravidade terrestre.

Imagem do post
6
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

O sobrevoo também serviu como laboratório. As câmeras de monitoramento registraram imagens durante a passagem, e os instrumentos científicos foram testados em um alvo conhecido: a própria Terra.

5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

Esta foi a terceira oportunidade de calibrar os instrumentos da Juice no espaço. As anteriores ocorreram na assistência Lua-Terra, em 2024, e durante observações do cometa interestelar 3I/ATLAS, em 2025.

Imagem do post
5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

A economia de combustível amplia a margem operacional da missão. Mas a fase mais complexa ainda virá: a Juice fará 35 sobrevoos pelas luas de Júpiter, incluindo Europa e Ganimedes, onde há oceanos sob camadas de gelo.

5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

A preparação para os voos rasantes sobre Europa começou há cerca de dez anos e seguirá até o início da década de 2030. Em janeiro de 2029, a Juice voltará à Terra para seu terceiro e último sobrevoo antes de seguir para Júpiter.

Imagem do post
5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

Cada sobrevoo é uma demonstração de engenharia de alta precisão: usar a gravidade como recurso de navegação reduz a dependência de combustível e torna possível levar instrumentos científicos a mundos muito mais distantes.

4
E aí, o que você achou?

Comentários 0