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Resumo em 10 segundos

🚧 Rua Mariano Procópio ganha 3 faixas rumo ao Centro enquanto obras fecham trecho da Avenida Brasil. O teste real será conciliar trânsito, ônibus e pedestres. 🧵

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🚧 Juiz de Fora redesenhou a Rua Mariano Procópio, principal desvio após o fechamento de trecho da Avenida Brasil para obras de macrodrenagem. Serão cerca de dois meses de mudanças — e o desafio vai além de abrir espaço para carros. 🧵

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A Secretaria de Mobilidade Urbana retirou o estacionamento entre a travessia elevada do Centro Cultural Dnar Rocha e a Av. dos Andradas. Com isso, a via passa a ter 3 faixas no sentido Centro.

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A medida pode aliviar o fluxo no curto prazo, mas merece acompanhamento: mais faixas não garantem, por si só, menos congestionamento. Sem boa operação nos cruzamentos e prioridade ao ônibus, a fila apenas muda de endereço.

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O acesso à Av. dos Andradas agora ocorre pelas ruas Benjamin Guimarães e Christovam Molinari. A intenção é impedir filas sobre a linha férrea — ponto crítico, onde um bloqueio pode travar toda a rota alternativa.

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Também houve barreiras em acessos restritos, renovação de faixas de pedestres e placas de desvio. É o básico de uma intervenção segura: sinalização clara reduz decisões de última hora, conversões perigosas e conflitos com quem caminha.

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Para passageiros, a mudança exige atenção. Pontos foram transferidos para Av. Rui Barbosa, Av. Brasil e Rua Bernardo Mascarenhas; na Mariano Procópio, entre Andradas e Agassis, os pontos ficam exclusivos da linha 620.

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O ponto decisivo será a informação: cartazes nos abrigos ajudam, mas atualizações nos canais digitais e agentes nos horários de pico são essenciais para não transformar uma obra necessária em perda de tempo para quem depende do coletivo.

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Macrodrenagem é infraestrutura que evita prejuízos maiores em períodos de chuva. Mas obra urbana bem-sucedida não se mede só pela velocidade dos carros: mede-se pela segurança, previsibilidade dos ônibus e travessias acessíveis durante todo o desvio.

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