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Resumo em 10 segundos

Jundiaí não registra sarampo há 7 anos, mas 23 casos em SP mostram que a proteção coletiva depende de vacinação em dia. 💉

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Jundiaí não registra casos de sarampo desde 2019. 💉 Mas a confirmação de 23 casos no estado de São Paulo em 2026 deixa um recado claro: doença controlada não é doença eliminada. 🧵

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Os casos estaduais estão concentrados na capital, em Guarulhos e em São Bernardo do Campo. Nessas áreas, a resposta foi ampliar a vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos, mesmo sem comprovação prévia de doses.

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O contraste importa: Jundiaí está sem casos, mas circulação regional, deslocamentos diários e bolsões de baixa cobertura podem reabrir caminho para o vírus. A ausência de casos é resultado de proteção coletiva — e não motivo para baixar a guarda.

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Em Jundiaí, o calendário segue a recomendação nacional: 1ª dose da tríplice viral aos 12 meses e 2ª aos 15 meses, preferencialmente com tetraviral. Dos 5 aos 29 anos, são 2 doses; dos 30 aos 59, 1 dose comprovada.

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Profissionais de saúde precisam de 2 doses, independentemente da idade. Faz sentido: quem atende a população está mais exposto e pode interromper cadeias de transmissão. Proteger trabalhadores da saúde também protege pacientes vulneráveis.

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Não sabe se completou o esquema ou perdeu a caderneta? Não é motivo para adiar: UBSs e Clínicas da Família podem conferir os registros e orientar. A vacina é gratuita — um recurso do SUS que precisa ser acessível de verdade a todos.

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A Campanha de Multivacinação vai até 1º de setembro, e o Dia D deste sábado (22) amplia o acesso. A lição do sarampo é simples e incômoda: surtos começam onde a cobertura falha; prevenção começa antes do primeiro caso.

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