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Resumo em 10 segundos

📈 Contratos intermediários e longos avançam na B3 com o risco geopolítico no radar. Quem paga a conta de um cenário mais tenso?

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Os juros futuros subiram na B3 nesta segunda (24), com pressão maior nos contratos intermediários e longos. 📈🧵 O mercado está enxergando uma inflação mais resistente — ou apenas cobrando um prêmio maior pelo medo geopolítico?

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Quando os vencimentos mais longos sobem, a mensagem é clara: investidores exigem mais retorno para carregar títulos por mais tempo. Mas essa cautela reflete fundamentos da economia brasileira ou incertezas que vêm de fora?

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O risco geopolítico costuma mexer com petróleo, câmbio, commodities e fluxo de capital. Se o dólar ganha força e custos importados aumentam, a inflação pode voltar ao centro do debate. Até que ponto esse efeito chega ao bolso brasileiro?

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A alta da curva futura não significa, automaticamente, que a Selic vai subir. Ela mostra expectativas negociadas todos os dias. Mas, se essas expectativas persistirem, o Banco Central terá espaço para cortar juros no ritmo esperado?

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Há um detalhe incômodo: juros longos mais altos encarecem o crédito, o financiamento e o investimento produtivo. Empresas menores e famílias sentem primeiro. O mercado está protegendo capital ou elevando o custo de uma incerteza global?

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No fim, a curva de juros é um termômetro — não uma sentença. Mas o avanço nos contratos longos deixa a pergunta: se a tensão externa continuar, quem conseguirá atravessar um crédito mais caro e uma economia mais cautelosa?

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