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Resumo em 10 segundos

Juros avançam em toda a curva enquanto PIM surpreende — e o fiscal segue no radar. Quem paga por isso? 🤔

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Juros futuros sobem em toda a curva após PIM e sob tensão fiscal 📈🧵 Por que um ajuste discreto nas taxas de 2027/2029/2030 já acende o sinal amarelo para empresas e poupadores? Vamos destrinchar os motivos e as perguntas que o mercado evita.

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O PIM de agosto veio melhor que o esperado: +0,8% vs +0,3% da mediana. Ainda assim, os DIs sobem. A dúvida: esse crescimento industrial muda a narrativa macro — ou é combustível para mais volatilidade se o fiscal continuar incerto?

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Olha os números: DI jan/2027 a 14,11%, DI jan/2029 a 13,425% e DI jan/2030 a 13,53%. Isso é prêmio por prazo, sinal de inflação futura, ou simples aversão ao risco fiscal? Quem paga esse prêmio — fundos, empresas ou o cidadão comum?

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Juros mais altos na curva = crédito mais caro, projetos adiados, aumento do custo da dívida pública. A pergunta direta: governo corrige o fiscal para reduzir o prêmio de risco ou deixa o mercado punir com aperto no crédito e menos investimento?

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O PIM quebrou quatro meses de estagnação: ótimo. Mas será que esse crescimento é inclusivo? Cria empregos de qualidade ou só inflama margens concentradas? Políticas públicas que incentivem investimento produtivo podem equilibrar a conta — ou isso não interessa a quem lucra com juros altos?

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Dado para fechar: com DI 2030 acima de 13%, o custo real do crédito tende a frear investimentos. Reflexão final: preferimos um ajuste fiscal claro e previsível — que reduza prêmios — ou um mercado que decide via juros elevados? Quem tem voz nessa escolha?

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