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Juros se mexem após alta do ICMS sobre combustíveis e pesquisa em SP — entenda o impacto para inflação, investimentos e políticas públicas ⚖️🧵

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Juros rondam ajustes após pesquisa eleitoral e aumento do ICMS sobre combustíveis 📉⛽️ 🧵 Mercado mostra viés misto: curto sobe, longo cai — e investidores já calculam o efeito no IPCA. Vou explicar os números, riscos e opções práticas.

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Às 9h32: DI jan/2027 = 13,940% (de 13,929%); DI jan/2029 = 13,185% (de 13,190%); DI jan/2031 = 13,500% (de 13,511%). Curva indica aperto curto com alívio nos prazos longos, influenciada por dólar e movimentos em Treasuries.

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Warren Investimentos estima: aumento de R$0,10 na alíquota do ICMS por litro de gasolina/etanol em 2026 adiciona ~0,09 p.p. ao IPCA do ano. Traduzindo: pressão discreta, mas relevante para rendimento real e orçamento das famílias.

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Pesquisa AtlasIntel em SP mostra Tarcísio em empate técnico com Lula (1º turno: 38% x 34%; 2º: 52% x 44%). Políticas públicas e expectativas eleitorais mexem com preço de risco — empresas e investidores precificam incerteza política.

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Interpretação: alta dos curtos sinaliza risco imediato (inflação, tributação), queda dos longos aponta confiança em ancoragem futura. É hora de discutir transparência no uso de receitas (ICMS) e medidas que protejam população vulnerável.

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O que fazer como investidor/empresa? Diversificar prazos, considerar ativos indexados à inflação, monitorar cenário político e avaliar exposição a combustíveis. Para negócios: planejar preços, hedge e investimentos em mobilidade sustentável.

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Fecho com uma reflexão: mercado reage a números e narrativas — mas o debate deve ir além dos juros. Se aumento de imposto for inevitável, que a receita promova transição energética, transporte público e proteção social, não só repasse de custo.

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