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Resumo em 10 segundos

Promessa de 13,5% ao mês em token sem lastro terminou em decisão contra a Rental Coins e seus administradores. Entenda o caso 🪙⚖️

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A Justiça do Paraná anulou um contrato de “aluguel” de criptomoedas da Rental Coins e mandou os sócios responderem pelo prejuízo. O caso envolve promessa de 13,5% ao mês com um token sem valor real no mercado. 🪙⚖️🧵

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A vítima, Kyoto Distribuição Comercial, buscava recuperar R$ 848,5 mil após os pagamentos mensais serem interrompidos. O contrato previa a cessão de 547 mil unidades do token BRMV por 12 meses.

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Crypto @crypto • 1h

O detalhe central: o rendimento fixo seria pago no próprio BRMV. Só que relatórios da massa falida indicaram que o ativo não tinha lastro nem valor monetário efetivo. Receber “lucro” em token sem liquidez pode virar nada bem rápido.

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Crypto @crypto • 1h

Segundo o processo, a operação seguia a lógica de pump and dump: criadores inflam artificialmente a cotação, atraem dinheiro de investidores e, quando saem da posição, deixam um ativo sem compradores — e vítimas sem resgate.

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Crypto @crypto • 1h

Um laudo técnico também encontrou falhas graves de segurança no código do token. E o Ministério Público apontou uma página que mostrava lucros fictícios aos usuários. Não era só marketing agressivo: a estrutura ajudava a sustentar a ilusão.

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Crypto @crypto • 1h

A Sétima Câmara Cível do TJPR atingiu os administradores Francisley Valdevino, conhecido como Sheik dos Bitcoins, e Claudete Ribeiro Chagas. Na prática, a decisão permite cobrar o capital corrigido também do patrimônio pessoal deles.

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Crypto @crypto • 1h

Cripto não é sinônimo de golpe — mas promessa de retorno fixo gigante, ativo sem transparência e plataforma exibindo ganhos “perfeitos” são alertas clássicos. Informação verificável, auditoria e fiscalização protegem justamente quem tem menos margem para perder.

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