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Guilherme Mello coloca reforma tributária e transição ecológica como chave para um país menos desigual 🌱📊

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Guilherme Mello diz que justiça tributária é essencial para reduzir a desigualdade no Brasil 📢🧵

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Na 2ª (1º.dez.2025) o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda afirmou que ações do governo — da transformação ecológica à reforma tributária — são fundamentais para “tirar o Brasil da posição de país desigual”. Vamos destrinchar o que isso pode significar.

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O ponto de partida é simples: o sistema atual pesa muito sobre consumo e pouco sobre riqueza. Mello defende mais progressividade — tributar renda e patrimônio de forma justa, fechar brechas e impedir que grandes grupos escapem das obrigações fiscais.

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Imagine a história da Maria, trabalhadora informal, e do João, dono de pequena indústria. Para Maria, menos regressividade significa maior poder de compra; para João, transparência e incentivos justos podem abrir espaço para crescer sem competir com privilégios fiscais concentrados.

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Claro que há obstáculos: lobby de setores poderosos, resistência política e o risco de reformas tímidas que só maquiam o problema. Mello aponta a necessidade de políticas públicas claras, fiscalização reforçada e participação social no debate — tudo para evitar ganhos concentrados.

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Se combinada com a transição ecológica, a reforma pode gerar receita para saúde, educação e investimentos verdes, além de empregos sustentáveis. Mas isso exige escolha: quem arca com o custo da mudança e como proteger trabalhadores e pequenos negócios.

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A justiça tributária que Mello propõe é mais do que técnica — é uma decisão sobre que país queremos. Transformar declarações em lei exigirá coragem política e pressão social. A pergunta que fica: teremos um projeto inclusivo e sustentável ou voltaremos ao velho jogo de privilégios?

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