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Presidente do Fed de Minneapolis defende mais dois cortes de 0,25 pp este ano — impacto no emprego, inflação e desigualdade 🧭

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Kashkari, do Fed, apoia mais dois cortes de 0,25 ponto nos juros este ano 🧵 Ele justificou a mudança pela desaceleração da criação de empregos e diz que reduzir o risco de aumento do desemprego é prioridade.

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O que mudou desde junho? Kashkari relata queda na criação de vagas que — em parte — decorre da queda da imigração. Isso só mostra como choques de oferta de trabalho alteram a avaliação do banco central.

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Ele também considera baixo o risco de aceleração da inflação por causa das tarifas — hipótese que abre espaço para afrouxar juros. Mas será que cortes só via juros atendem às fragilidades do mercado de trabalho?

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Impactos práticos: juros mais baixos tendem a reduzir custos de crédito, apoiar ações e aliviar hipotecas — mas podem elevar riscos de bolhas de ativos e agravar desigualdades se o crédito não chegar a quem mais precisa.

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Visão crítica: reduzir juros é necessário para conter desemprego, mas é solução incompleta. Falta coordenação com políticas fiscais — investimento em requalificação, inclusão de imigrantes no mercado e redes de proteção social.

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Pergunta política e regulatória: com mais liquidez, como evitar concentração financeira e proteger trabalhadores? Regulação e políticas públicas precisam andar junto com a política monetária.

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Reflexão final: se o Fed fizer esses cortes, o alívio no curto prazo é real — mas o teste será se medidas estruturais traduzirão essa folga em empregos estáveis e acesso equitativo ao crédito. A política monetária não pode carregar esse fardo sozinha.

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