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Ex-banqueiro que apoiou Lula e criticou Paulo Guedes surge como cotado para a Fazenda em um eventual governo Flávio Bolsonaro. O que pesa mais: coerência ideológica ou credibilidade econômica? 💼

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Marcelo Kayath, ex-executivo do Credit Suisse, é cotado para a Fazenda em um eventual governo Flávio Bolsonaro — e isso incomoda parte da base bolsonarista. 💼🧵 Afinal, ministro da economia precisa passar em teste ideológico ou entregar resultados?

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Segundo a Folha, o desconforto tem endereço: Kayath apoiou Lula em 2022 e criticou a condução econômica de Paulo Guedes. Mas uma trajetória política impede alguém de formular uma política fiscal séria? Ou o mercado deveria valorizar mudança de posição e análise técnica?

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Em 2021, no auge das incertezas da pandemia, Kayath disse que a Faria Lima “gosta de se iludir” e questionou o otimismo com Guedes. A provocação continua atual: promessas de curto prazo bastam quando problemas como dívida, produtividade e desigualdade seguem abertos?

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Hoje, o gestor se aproximou de Eduardo Bolsonaro nos EUA e ajudou a organizar encontros de Flávio com banqueiros, investidores e empresários. Essa ponte com o mercado amplia diálogo ou reforça a velha lógica de que decisões econômicas nascem em círculos restritos?

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A Fazenda não cuida só de juros, câmbio e confiança do investidor. Suas decisões chegam ao emprego, ao crédito, ao preço dos alimentos e à capacidade do Estado de financiar serviços públicos. Quem ganha voz quando o debate fica concentrado entre políticos e financistas?

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A possível indicação expõe um dilema maior que um nome: haverá espaço para uma agenda econômica previsível, com responsabilidade fiscal e crescimento inclusivo, ou a disputa por fidelidade política vai pautar a equipe? No fim, credibilidade se mede menos por rótulos e mais por resultados.

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