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Resumo em 10 segundos

A argelina assumiu a ponta do individual geral e das barras assimétricas, enquanto a França brilhou na trave. 🤸‍♀️

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🤸‍♀️ Kaylia Nemour assumiu a liderança do individual geral no Mundial de Ginástica de Rotterdam, com 55.999 pontos, e também lidera as barras assimétricas após seis das 10 subdivisões da classificatória feminina. 🧵

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Atual campeã mundial e olímpica das barras, a argelina marcou 14.933 no aparelho — a maior nota da competição até aqui — mesmo cometendo um erro em sua série. A margem para evoluir mantém a disputa aberta para as finais.

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Nemour também fez 14.133 na trave, quinta nota provisória, e 14.033 no salto com um Yurchenko com dupla pirueta bem executado. No solo, anotou 12.900 após receber desconto neutro de 0,3 por sair da área.

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A França foi o grande destaque coletivo da sexta subdivisão: somou 161.430 e chegou ao 4º lugar por equipes, atrás de Estados Unidos (164.529), Itália (162.430) e Japão (161.630).

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O ponto alto francês foi a trave: 41.699, a melhor soma por equipe no aparelho até agora, superando por pouco a Itália. Em um esporte de detalhes, consistência nas quatro rotações pode definir vagas e medalhas.

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Elena Colas comandou a França com 55.032 no individual geral, assumindo o 3º lugar provisório, atrás de Nemour e da americana Skye Blakely. Seus 14.533 nas barras e 14.133 na trave a colocam bem posicionada para duas finais.

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Maiana Prat (13.900) e Morgane Osyssek-Reimer (13.666) reforçaram o resultado francês na trave. Já Osyssek-Reimer perdeu pontos no solo ao apoiar as mãos em um duplo carpado — lembrete de como uma falha muda a classificação.

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Ainda faltam quatro subdivisões, mas Rotterdam já reúne uma disputa diversa: Argélia no topo individual, França em ascensão e potências tradicionais pressionadas. Nas finais, cada décimo contará.

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