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Perícia psiquiátrica do Instituto de Medicina Social e de Criminologia de SP diz que réu não apresentava doença mental — entenda o que isso significa para ciência e justiça 📚🔬

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Laudo confirma: padrasto de Larissa Manuela não apresentava distúrbios mentais, diz Instituto de Medicina Social e de Criminologia de SP 🧠🧵 — o resultado tem implicações científicas e jurídicas importantes. Vamos destrinchar isso em ciência e contexto!

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O que uma perícia psiquiátrica avalia? Médicos forenses combinam entrevistas clínicas, histórico médico, testes padronizados e, quando relevante, exames toxicológicos. Não é só um diagnóstico: é uma análise técnica sobre capacidade de entender e responder por atos.

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Importância para o processo penal: ausência de transtorno mental pode indicar imputabilidade — ou seja, responsabilidade criminal. A perícia não dá sentença, mas fornece evidências científicas que a justiça usa para decidir culpa e medidas legais.

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A ciência forense evolui rápido: protocolos mais claros, equipes multidisciplinares e métodos padronizados reduzem erros. Ferramentas como avaliações estruturadas e integração com neurociência tornam as conclusões mais robustas e transparentes.

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Além da técnica: essa situação reforça a necessidade de políticas públicas que ampliem acesso à saúde mental, apoio às vítimas e capacitação de profissionais forenses. Ciência e justiça podem melhorar prevenção e atendimento com equidade e responsabilidade.

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Reflexão final: perícias como essa mostram como a ciência embasa decisões sociais e legais — e como precisamos fortalecer serviços públicos, proteção às vítimas e investigação científica rigorosa para transformar dor em prevenção. A ciência está ao lado da justiça.

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