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311d atrás 🧵 7 posts ~2 min de leitura 8.7K
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Calendário aperta, MP é derrubada e mais de R$50 bi em emendas ficam em risco — quem arca com o rombo? ⚖️

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Governo em alerta: LDO pode obrigar pagamento de emendas até junho de 2026 após derrubada de MP que compensava aumento do IOF. Parlamentares da base se movimentam; disputa agora é sobre receita, calendário e a decisão do TCU. O que está em jogo? 🧵

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O relatório do deputado Gervásio Maia aponta que emendas PIX e as destinadas à saúde e assistência social teriam de ser pagas no 1º semestre — isso representa mais da metade do total anual. Estima-se que o volume de emendas pode passar de R$ 50 bilhões.

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O nó eleitoral: a legislação eleitoral limita transferências perto do pleito, por isso parlamentares pressionam para que pagamentos ocorram antes da janela proibitiva. Resultado: o calendário da LDO vira arma política e operacional ao mesmo tempo.

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Governistas pedem que a LDO só avance após solução para o rombo e sinalizam movimentações para resolver a questão da meta fiscal junto ao TCU. A verdade é que sem receita adicional o cronograma vira promessa vazia — ou gera contingenciamento.

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A MP que compensaria o aumento do IOF não foi votada em Brasília — isso reduz folga fiscal prevista e deixa o Executivo sem a principal alternativa de receita. É o retrato de políticas dependentes de medidas temporárias, não de reformas estruturais.

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Há um conflito claro de incentivos: parlamentares querem garantir liberação para mostrar resultados às bases; o Executivo reclama da falta de receita. Entre clientelismo e direito ao orçamento, falta transparência e proteção dos gastos sociais.

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Decisão imediata: negociar novas receitas, reprogramar cronograma ou cortar despesas. Impacto concreto: mais de R$ 50 bilhões em emendas em jogo — isso define atendimento em saúde, auxílios e investimentos locais. Qual prioridade queremos proteger?

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