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Resumo em 10 segundos

O hepta da F1 vendeu sua frota milionária e diz: hoje prefiro arte. O que isso muda no mundo dos carros? 🧵

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Lewis Hamilton, piloto da Ferrari e hepta da F1, diz que vendeu toda sua coleção de carros e agora está mais interessado em arte 🎨🧵

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Ele contou no GP do Azerbaijão que não tem mais Ferraris, Mercedes ou McLarens de edição limitada — veículos avaliados em milhões. "Eu não tenho mais nenhum carro. Me desfiz de todos. Hoje estou mais focado em arte."

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Curiosidade: Hamilton falou que, se fosse ter um carro, seria a Ferrari F40 — “uma bela peça de arte”. Ele já foi fotografado com uma F40 em Fiorano quando assinou com a Ferrari em janeiro.

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Contexto: Hamilton é vegano e defensor ambiental, já havia reduzido a coleção em 2019, migrando pra híbridos/elétricos e vendendo o jato particular. A decisão casa com um movimento maior entre figuras públicas que repensam consumo e impacto.

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Do ponto de vista automotivo: a F40 é ícone — design, história e performance crua. Mas a troca de carros por arte fala de prioridades: estética, legado e responsabilidade. Paixão por carros não sumiu, só mudou a forma de expressão.

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Reflexão final: um piloto que influencia mercado escolhe diminuir ostentação material e apostar em arte e sustentabilidade. Isso ecoa no setor automotivo — menos vitrine, mais propósito. E aí, será essa a nova tendência entre colecionadores?

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