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Resumo em 10 segundos

Acordo tira 60 dias do horizonte e empurra meta de 30 dias para 2031 — quem realmente sai ganhando? 🤔

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Pedro Campos apresenta acordo: aumento gradual da licença-paternidade até 30 dias (não mais 60) — governo e relator fecharam parecer, mas a Câmara ainda não marcou votação 🧵

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Qual era a proposta original e o que mudou? Tabata Amaral propôs subida rápida (30→45→60 em cinco anos). O novo relatório prevê +5 dias por ano: 10 em 2027, 15 em 2028... só 30 em 2031. Foi compromisso ou recuo estratégico? Quem ganhou com essa moderação?

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Hugo Motta falou de impacto fiscal — é preocupação técnica ou argumento para limitar direitos? Quando discutimos paternidade ativa, medimos só custos imediatos ou também ganhos sociais (igualdade de gênero, saúde infantil, produtividade)? Gastos públicos ou investimento público: qual visão prevalece?

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O líder do governo, José Guimarães, pediu urgência — isso agiliza a mudança ou encurta debate? Voto direto em plenário pode acelerar, mas apagona o espaço para ouvir micro e pequenas empresas, trabalhadores informais e pais solo. Democracia é velocidade ou qualidade do debate?

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Aumentar 5 dias por ano até 2031 é justiça gradual ou postergação de direitos? Em 2027 serão apenas 10 dias — suficiente para promover divisão real do cuidado? Há alternativas menos dolorosas: incentivos fiscais, fundo público de licença parental ou acordos setoriais. Quem vai arcar com o custo?

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A Câmara ainda não marcou data de votação. Vamos aceitar um calendário diluído ou pressionar por ambição agora? Paternidade ativa não é detalhe familiar: é política pública que revela prioridades sociais. Qual Brasil queremos — o que adia direitos ou o que os consolida?

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