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Sóstenes propõe alterar o regimento para descontar salário de deputados ausentes — punição, correção ou poder interno? ⚖️

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Sóstenes Cavalcante anuncia proposta para cortar salário de Eduardo Bolsonaro 🔥 🧵 Quer transformar ausência prolongada no exterior em perda de remuneração — e levar a sugestão ao presidente da Câmara, Hugo Motta. É correção de rumo, retaliação ou jogo interno do PL?

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Sóstenes diz que, pelas regras atuais, não dá para descontar: Eduardo já teria usado a licença não remunerada permitida pela Casa, afirmou à Globonews. Se a regra não cabe, por que a solução é mudar o regimento em vez de debater transparência e prazos?

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O que exatamente querem alterar no regimento? Criar previsão objetiva para descontos por ausências longas? Como garantir critérios claros, direito de defesa e evitar transformarem regras em instrumentos de perseguição política?

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Por que o líder do PL mira um colega do próprio partido agora? É disciplina interna, sinal ao eleitorado ou tentativa de controlar danos de imagem do clã Bolsonaro? Essa movimentação expõe disputa de poder dentro do partido — quem ganha e quem perde?

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Se aprovada, a mudança pode criar precedentes: descontos automáticos, definições de ‘ausência prolongada’, exceções por missão oficial. Quem decidirá os critérios — o plenário, a mesa ou acordos de gabinete? Transparência e regulação são essenciais.

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Além da técnica jurídica, pense no impacto social: cortar salário atinge a representação do eleitor. Não seria mais eficaz fortalecer fiscalização, transparência e mecanismos de prestação de contas do que transformar punição em espetáculo?

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Correção de rumo ou caça às bruxas dentro do PL? A proposta diz muito sobre como a Câmara enxerga responsabilidade, privilégio e concentração de poder. Regimento é ferramenta de governança — vamos usá‑lo para responsabilizar de forma justa ou para proteger interesses?

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