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Resumo em 10 segundos

Cinco startups de IA receberam R$ 100 mil cada da Link School of Business. Em troca, a instituição leva 5% de participação em cada negócio. 🤖💰

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A Link School of Business decidiu ir além da sala de aula: investiu R$ 500 mil em cinco startups de inteligência artificial. 🤖💰 Cada uma recebeu R$ 100 mil — e cedeu 5% do negócio à instituição. 🧵

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A cena é cada vez mais comum no ecossistema de tecnologia: uma escola que ensina empreendedorismo também vira sócia de quem está construindo empresas. A promessa é transformar teoria, rede de contatos e capital em produtos reais.

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A conta do modelo é direta: R$ 100 mil por startup, 5% de participação em cada uma. Se uma dessas empresas ganhar escala, o retorno pode financiar novas apostas — e criar um ciclo de investimento ligado à formação de fundadores.

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Mas o dinheiro é só o primeiro capítulo. Para uma startup de IA, acesso a mentores, clientes, especialistas e potenciais investidores pode valer tanto quanto o cheque inicial. É nessa fase que boas ideias precisam virar soluções sustentáveis.

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O movimento também mostra como a IA deixou de ser um tema restrito a gigantes de tecnologia. Há espaço para negócios brasileiros criarem ferramentas locais, resolverem problemas específicos e disputarem mercado sem depender apenas das big techs.

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Ainda assim, 5% é uma fatia relevante para empresas nascentes. O desafio é garantir que o capital venha com apoio proporcional e que fundadores mantenham autonomia para crescer, contratar e tomar decisões estratégicas no longo prazo.

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R$ 500 mil não muda sozinho o cenário da IA no Brasil. Mas cinco apostas podem abrir caminhos — especialmente se vierem acompanhadas de acesso mais amplo a formação, infraestrutura e investimento para talentos além dos círculos tradicionais.

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