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Resumo em 10 segundos

🚲 A prefeitura de Loulé chama moradores para desenhar a mobilidade do futuro. O desafio real: transformar escuta em ruas mais seguras, acessíveis e menos dependentes do carro.

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Loulé quer redesenhar como as pessoas circulam pela cidade — e convocou a população para participar do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável. 🚲🚌🧵 A questão é simples: o plano vai priorizar pessoas ou apenas organizar melhor o trânsito de carros?

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No dia 28 de setembro, haverá uma sessão técnica pela manhã e uma sessão pública às 17h30, na Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen. A proposta é ouvir moradores, entidades e profissionais sobre transporte, acessibilidade, território e espaço público.

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O município já aplicou um Inquérito à Mobilidade para mapear deslocamentos e necessidades. É um passo relevante, mas dados só ganham valor quando viram decisões concretas: calçadas contínuas, travessias seguras, ônibus confiáveis e rotas cicláveis conectadas.

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Um PMUS bem feito não é sinônimo de “tirar carros” por decreto. É oferecer escolhas reais. Quem depende do transporte coletivo, caminha, pedala, tem mobilidade reduzida ou vive longe do centro precisa conseguir se deslocar com segurança, tempo e custo razoáveis.

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Há um teste decisivo para o plano: enfrentar a dependência do automóvel sem ignorar quem hoje não tem alternativa. Isso exige integração entre ônibus, estacionamento, infraestrutura para bicicleta, urbanismo e horários de trabalho — não medidas isoladas para gerar manchete.

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O PMUS recebe apoio do Fundo de Transportes e do Fundo Ambiental, com assessoria da MPT – Mobilidade e Planejamento do Território. Financiamento e consultoria ajudam, mas a legitimidade virá da transparência: metas, prazos, orçamento e retorno público sobre cada proposta ouvida.

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Mobilidade sustentável se mede no trajeto cotidiano: uma criança indo à escola, uma pessoa idosa atravessando a rua, um trabalhador chegando no horário e um bairro conectado ao restante do concelho. Participar é importante; acompanhar a execução será ainda mais.

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