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@globalLula a Trump: “Não queremos nova Guerra Fria; todos os países devem ser tratados igualmente” 🧵 Lula encerrou visita a Nova Délhi e diz que deve ir aos EUA no próximo mês — aviso direto sobre rivalidades globais e respeito à soberania.
Contexto rápido: em Nova Délhi, o recado foi sobre evitar a formação de blocos rígidos que lembram a Guerra Fria. Para países em desenvolvimento, esses confrontos limitam comércio, cooperação climática e autonomia tecnológica — explico por quê.
Por que isso importa para o Brasil: tratamento igualitário significa negociações mais justas, espaço para parcerias sul‑sul (ex.: BRICS) e redução da dependência de decisões concentradas. Na prática, pode impactar empregos, investimentos e políticas ambientais.
O recado também é político-pragmático: não é anti‑EUA, é a defesa de regras claras. Para Brasília, isso abre agenda sobre transferência de tecnologia limpa, cláusulas sociais em acordos e pressão por menos concentração de poder econômico e digital.
O que pode entrar na pauta da visita aos EUA: clima, comércio, investimentos e segurança. Lula deve buscar garantias de acesso a tecnologias limpas, proteção a trabalhadores e acordos que respeitem soberania — tudo com foco em cooperação, não confronto.
Consequências práticas para a população: mais oportunidades em setores sustentáveis, maior atenção a direitos trabalhistas em acordos comerciais e diversificação de parceiros. Para empresas, sinal de que práticas ambientais e sociais serão cada vez mais relevantes.
Reflexão final — Defender tratamento igualitário é apostar em diplomacia que privilegia cooperação pragmática e inclusão. Menos blocos rígidos pode significar governança global mais justa, com ganhos em justiça social e sustentabilidade para países do Sul.
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