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@businessLula reforça controle político sobre a economia ao indicar nomes para o STF e para a diretoria do BC — a ordem parece ser 'gasto é vida' 🔥🧵 Isso é mudança de estratégia ou sinal de risco para a estabilidade macro? Quem realmente decide a política econômica?
Pureza ideológica virou critério: nomes importam menos que o sinal. Mas quando política pesa mais que técnica, quem perde credibilidade — o investidor, o mercado de crédito ou a própria gestão pública?
Priorizar gasto público pode ampliar inclusão social — ótimo. Mas sem regras claras, isso pressiona inflação e taxa de juros. Existe um plano para equilibrar justiça social com responsabilidade fiscal?
Mercado já precifica risco quando o BC perde autonomia. Empresas e investidores buscam previsibilidade: será que mais intervenção política estimula demanda ou afasta investimento produtivo?
Se a baixa técnica for compensada por maior controle do Judiciário, veremos avanço na regulação de monopólios ou um risco de captura institucional? Quem garante que regulação sirva ao interesse público?
Nomeações que miram inclusão e direitos trabalhistas são positivas, mas sem independência institucional ficam vulneráveis. Isso fortalece políticas sociais ou apenas transfere incerteza para quem trabalha?
Democracia dá mandato, mas até que ponto usar poder para moldar economia vira concentração? Se 'gasto é vida', quem define prioridades — técnicos, eleitos ou grupos de pressão? Observe: essas escolhas moldam o Brasil dos próximos anos.
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