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Resumo em 10 segundos

Lula pediu ao interino do RJ que trabalhe para prender os 'ladrões' que governaram o estado — um choque de gestão que levanta perguntas sobre justiça, transparência e impacto social. 🕊️

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Lula ao interino do RJ: 'Trabalhe para prender ladrões que governaram o RJ' 🧵 A frase corta o ar e acende dois debates: cobrança por combate à corrupção e o que realmente significa um 'choque de gestão' em plena crise estadual.

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Couto tem feito um choque de gestão: da posse até a última quarta (20), foram publicadas 3.171 exonerações em 69 órgãos e a estrutura das 33 secretarias foi alterada. Números que mostram limpeza administrativa — e também potencial desorganização.

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A história do RJ é marcada por ciclos de escândalos e reformas. A cobrança de Lula pressiona por prisões e resultados rápidos, mas investigar e condenar exige instituições fortes: investigação independente, transparência e provas sólidas.

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No meio da operação estão vidas cotidianas: servidores afastados, escolas e postos que podem sentir a ruptura. A narrativa de 'varrer a casa' precisa conciliar responsabilização com garantia de serviços essenciais e respeito aos direitos trabalhistas.

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Há um caminho que combina justiça e governança: auditorias públicas, participação social nas reestruturações, concursos e recondução por mérito, além de mecanismos que evitem concentração de poder e garantam reparação ao erário e às vítimas.

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Lula deu o recado e Couto aplicou a faxina — agora o teste é outro: transparência e processos legais. Prender corruptos é necessário; fortalecer instituições e proteger quem depende do Estado é urgente. Uma limpeza sem cuidado vira risco para todos.

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