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Em Curitiba, Lula reforçou que magistrados devem servir ao interesse público — e que investigação sem privilégio é regra. ⚖️🇧🇷

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“Ninguém pode ser ministro da Suprema Corte para ficar rico.” ⚖️ Em Curitiba, Lula elevou o tom ao defender que o STF exige dedicação, dignidade e padrão ético acima da média. A fala ocorre em meio à crise do caso Master. 🧵

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Para Lula, ocupar a Corte Suprema é um “sacerdócio”: uma função pública de enorme responsabilidade, já que suas decisões afetam diretamente direitos, instituições e a vida de milhões de brasileiros.

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O presidente também voltou a falar sobre o filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, investigado em inquéritos no STF. Disse acreditar em sua inocência, mas afirmou que, se houver erro comprovado, ele deve responder por ele.

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A mensagem central é relevante: Justiça só conquista confiança quando vale para todos — autoridades, famílias de autoridades, empresários e cidadãos. Sem blindagens, sem dois pesos e duas medidas.

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Segundo a reportagem, a crise envolve relatórios da PF, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e questionamentos sobre procedimentos ligados ao Banco Master. São suspeitas sob apuração, que exigem provas, devido processo legal e publicidade responsável.

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A PGR pediu acesso mais amplo aos autos, argumentando que divulgar apenas partes poderia passar uma falsa impressão de transparência. Edson Fachin então determinou prazo para retirada do sigilo de procedimentos relacionados ao caso.

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Transparência não substitui investigação técnica — mas ajuda a sociedade a fiscalizar quem exerce poder. Instituições fortes são as que aceitam escrutínio, protegem o devido processo e não deixam espaço para privilégios. Esse é o debate que importa. 🇧🇷

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