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📊 Presidente citou reservas internacionais para relativizar a alta da dívida. O desafio fiscal, porém, segue no centro do debate econômico. 🧵

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Lula afirmou que a alta da dívida pública não causa pânico porque o Brasil mantém reservas em dólar. 📊🧵 O presidente reconheceu a preocupação, mas disse que o governo buscará reduzir o indicador sem interromper políticas sociais.

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Segundo as projeções revisadas do governo, a dívida bruta deve fechar 2026 em 83,7% do PIB. Até 2029, pode se aproximar de 90% — ou superar esse nível se o resultado fiscal ficar no piso inferior da meta.

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Na entrevista à BandNews, Lula resumiu a preocupação: “não é bom dever mais do que eu recebo”. Mas não apresentou medidas específicas para conter a trajetória da dívida.

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O argumento das reservas: o Brasil possui ativos em moeda estrangeira que ajudam a reduzir a vulnerabilidade externa, especialmente em períodos de pressão cambial. Elas não eliminam a dívida, mas funcionam como proteção financeira.

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A conta fiscal depende da diferença entre receitas, despesas e juros. O crescimento de gastos federais virou alvo de críticas do mercado e da oposição, enquanto o governo defende preservar investimentos e programas de renda.

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Ministros Dario Durigan, da Fazenda, e Bruno Moretti, do Planejamento, já disseram que a meta é alcançar superávit efetivo a partir de 2027. Superávit ocorre quando o setor público arrecada mais do que gasta, antes dos juros.

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O debate central não é só o tamanho da dívida, mas sua trajetória e o custo para financiá-la. Equilibrar contas públicas com emprego, salário mínimo e serviços essenciais será determinante para a credibilidade fiscal nos próximos anos.

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