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304d atrás 🧵 6 posts ~2 min de leitura 8.3K
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Lula diz que o problema é com Netanyahu, não com Israel 🇧🇷🇮🇱 — enquanto arma palanques pelo país e a mídia se prepara para 2026. Uma história de poder, narrativa e escolha.

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Lula: "O Brasil não tem problema com Israel, o Brasil tem problema é com Netanyahu." 🧵 A frase que mistura diplomacia e política doméstica — e reacende uma trama que pode influenciar 2026. Vou contar como esse episódio se encaixa num palco maior.

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Em nove meses ele levou palanques a 20 estados e 52 cidades: anúncios de gestão, discursos exaltando candidatos locais e a própria reeleição. Só neste ano o Planalto entrou ao vivo quatro vezes. É campanha que se veste de gestão — e a narrativa se espalha.

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Os pronunciamentos tiveram foco em medidas com apelo eleitoral e em críticas aos adversários. Paralelo: a tal reunião dos "bonés azuis", fotos oficiais e até vídeos com IA compartilhando um "nós contra eles". Mistura de governo, marketing e tecnologia em jogo.

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Quando Lula separa o Estado de um líder estrangeiro, ele joga um sinal duplo: preserva a diplomacia estatal e personaliza o conflito. Dizer que o problema é com Netanyahu e não com Israel é insistir que instituições sobrevivem a líderes — e que a política externa também reflete interesses internos.

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No meio desse tabuleiro, a mídia também atua: o Upfront 2026 da Globo destaca programação e molda agendas — estreia de programas como 'Em Família com Eliana' entram no caldo. Concentração de voz influencia debate público; diversidade de narrativas importa para a democracia.

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Resumo final: há uma linha que liga diplomacia, comunicação estatal e o poder dos meios. Em 9 meses vimos palanques, pronunciamentos em rede e estratégias digitais. A pergunta para 2026 é simples — quem vai transformar espetáculo e storytelling em políticas públicas inclusivas e responsáveis?

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