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Resumo em 10 segundos

💼 O debate fiscal ganha contornos bem diferentes: investimento e renda de um lado, cortes e desoneração do outro. Entenda os caminhos em jogo. 🧵

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💼 Lula e Flávio Bolsonaro apresentam caminhos bem distintos para equilibrar as contas públicas e impulsionar a economia brasileira. O ponto em comum: a dívida precisa entrar nos trilhos. A grande disputa é sobre como fazer isso. 🧵

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Lula defende manter o arcabouço fiscal: limites para o crescimento das despesas, aumento da arrecadação e expansão da atividade econômica. A aposta é que investimento, emprego e renda fortaleçam também as contas do Estado.

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Na estratégia petista, infraestrutura, reindustrialização, inovação e energia renovável entram como motores de crescimento. É uma visão em que o ajuste fiscal caminha junto com capacidade produtiva e políticas públicas.

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Flávio propõe uma nova regra fiscal ligada à trajetória da dívida, com redução de despesas administrativas, estrutura ministerial e cargos comissionados. A equipe citou um ajuste de 1,5% do PIB — cerca de R$ 190 bilhões, com base no PIB projetado para 2025.

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O desafio central dessa proposta será detalhar onde os cortes ocorreriam e qual seria o impacto nos serviços. Flávio afirma que programas como Bolsa Família e Farmácia Popular serão preservados, mas o desenho financeiro seguirá no centro do debate.

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Nos impostos, o contraste continua: Lula defende maior progressividade, com rendas altas contribuindo proporcionalmente mais. Flávio prioriza reduzir tributos, encargos e burocracia para baixar custos das empresas e estimular investimentos.

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Há oportunidades nas duas agendas: regras fiscais críveis, ambiente de negócios eficiente, infraestrutura e produtividade são essenciais. O teste decisivo é transformar promessas em números transparentes — equilibrando responsabilidade fiscal, crescimento e serviços que chegam à população.

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