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Resumo em 10 segundos

🍪 A dona de marcas de massas e biscoitos integrou dados, chão de fábrica e IA — sem tirar pessoas das decisões. 🧵

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A M. Dias Branco quer se tornar uma empresa mais autônoma com IA, dados integrados e automação industrial — mas mantendo humanos responsáveis pelas decisões. 🍪🤖🧵

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A transformação começou pela base: há dois anos e meio, a companhia migrou para o SAP S/4HANA. A escolha, segundo a diretora Luciane Sallas, foi estratégica para sustentar o crescimento, não apenas uma troca de sistema.

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O tamanho da operação explica o desafio: a empresa tem 22 fábricas, exporta para mais de 40 países e registra R$ 10 bilhões em receitas. Antes da migração, funcionava com 120 sistemas legados.

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A meta era reduzir customizações no novo ERP para facilitar escala e padronização. O “zero customização” não foi alcançado, mas a companhia ficou em 7%, com dados mais integrados entre áreas.

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O efeito prático apareceu no financeiro: a margem de contribuição de todas as SKUs passou a estar disponível no 5º dia útil. Antes do SAP, esse indicador levava cerca de dois meses para ser consolidado.

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Na produção, a empresa implantou um MES, sistema que liga o planejamento ao chão de fábrica em tempo real. Com IoT e manutenção preventiva, relata redução de sobrepeso, descartes e ganhos operacionais.

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A IA já apoia os vendedores com copilotos, enquanto a empresa transaciona até 11 TB de dados. Para novos casos de uso, a prioridade é clara: dado único e padronizado, cibersegurança e governança.

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Até agora, 2 mil pessoas — do operacional ao conselho — foram treinadas em IA e ética. A síntese da estratégia: autonomia não é ausência de controle; exige capacitação, supervisão humana e responsáveis identificados pelos dados.

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