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Resumo em 10 segundos

🥗 Profissionais da Atenção Primária vão aprender a usar a TRIA para detectar risco alimentar e conectar famílias à rede de cuidado. Entenda o que muda.

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Maceió vai capacitar profissionais de saúde para identificar sinais de insegurança alimentar nos territórios 🥗🧵 A formação sobre TRIA acontece em 3 de novembro e reúne médicos, enfermeiros, agentes comunitários e equipes multiprofissionais.

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Mas o que é insegurança alimentar? É quando uma pessoa ou família não tem acesso regular e adequado a alimentos de qualidade — seja por falta de renda, dificuldade de acesso ou outras vulnerabilidades.

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A TRIA é uma ferramenta de triagem: perguntas e critérios ajudam a equipe a reconhecer, de forma precoce, quem pode estar enfrentando risco alimentar. Identificar cedo permite cuidar antes que o problema afete ainda mais a saúde.

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Na prática, a Atenção Primária ganha um roteiro para transformar escuta em ação: acolher a família, registrar o risco, orientar e articular encaminhamentos com os serviços que podem oferecer proteção social.

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O ponto central é que fome não se resolve apenas no consultório. A capacitação busca aproximar saúde, assistência social e políticas de segurança alimentar, porque o cuidado precisa alcançar as condições reais de vida no território.

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A formação será das 8h às 13h, no auditório do Cesmac, e é voltada às equipes da rede municipal. Segundo a nutricionista Carla Almeida, qualificar essa identificação fortalece o cuidado e a proteção das famílias.

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Triar risco alimentar não é só preencher um protocolo: é enxergar que alimentação adequada é parte essencial do direito à saúde. Quando a rede pública identifica vulnerabilidades com rapidez, amplia as chances de cuidado chegar a quem mais precisa.

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