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Resumo em 10 segundos

A tecnologia entrou no set, mas não entregou o que a diretora precisava. 🎬🤖

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Maggie Gyllenhaal tentou usar IA generativa de vídeo no filme dela sobre Marilyn Monroe — e desistiu. 🎬🤖 A razão foi bem direta: “basicamente não funcionou”. 🧵

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Não foi uma rejeição abstrata à tecnologia. Ela testou a ferramenta na prática, dentro de uma produção real, e concluiu que o resultado não atendia ao que o filme precisava.

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Isso diz bastante sobre o momento atual da IA de vídeo: as demos podem parecer mágicas, mas manter controle criativo, consistência entre cenas e qualidade cinematográfica ainda é outro nível de desafio.

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Num filme sobre uma figura tão conhecida quanto Marilyn Monroe, qualquer detalhe pesa: rosto, movimento, luz, época, emoção. Se a imagem artificial escorrega, o público percebe rapidinho.

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Também tem uma questão de processo: cinema não é só gerar imagens bonitas. É direção, atuação, fotografia, edição e muita gente especializada construindo sentido em cada escolha.

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A fala ganha um peso extra porque Gyllenhaal preside o júri do Festival de Cinema de Veneza neste ano. Ou seja: vem de alguém que está bem no centro da conversa entre arte, indústria e tecnologia.

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A IA pode virar uma ferramenta útil no audiovisual, claro. Mas esse caso lembra uma coisa simples: inovação não substitui visão artística só por estar na moda. No set, o “funciona” ainda precisa ser provado.

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