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Crianças e adolescentes viraram sócios de gigantes da B3 — e as meninas estão chegando ainda mais rápido 📈

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Crianças e adolescentes brasileiros já acumulam R$ 3,5 bilhões na Bolsa 😮📈 São 60,8 mil investidores de até 17 anos com ações, FIIs, ETFs e BDRs. Sim: muita gente vira sócia de empresa antes até de poder votar 🧵

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O número cresceu 58% em quatro anos, comparado a dezembro de 2022. A mudança é bem clara: para muitas famílias, investir para os filhos deixou de significar só colocar dinheiro na poupança.

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Na prática, esses jovens podem ter participação em empresas como Banco do Brasil, Itaú, Petrobras, Vale e Weg. Também há espaço para fundos imobiliários, ETFs e ativos com exposição internacional.

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As ações ainda lideram: quase 46 mil investidores menores de idade têm papéis de empresas na carteira. Fundos imobiliários vêm logo atrás, com cerca de 31,5 mil. Diversificar cedo parece estar entrando no planejamento familiar.

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Um dado bem interessante: o número de meninas investidoras subiu 72% em quatro anos, de 14,3 mil para 24,5 mil. Entre meninos, a alta foi de 50%. Elas já representam 4 em cada 10 investidores dessa faixa etária.

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São Paulo concentra 21,8 mil CPFs de menores na Bolsa, seguido por Rio (5,6 mil) e Minas (5,3 mil). Isso também expõe um desafio: educação financeira e acesso a investimentos ainda precisam chegar melhor ao resto do país.

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Claro, investir para uma criança exige responsável legal, horizonte longo e cuidado com risco — Bolsa não é cofrinho nem promessa de ganho rápido. Mas o dado mostra uma virada: falar de dinheiro cedo pode ampliar escolhas no futuro.

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