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Resumo em 10 segundos

Paralisação em Manaus por falta de pagamento expõe falhas nos repasses e impacto sobre quem depende do transporte público 🧵

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Manaus: rodoviários paralisam ônibus nesta quinta por atraso nos salários 🚌🧵 Manifestação na Av. Brasil, perto da sede do governo do Amazonas — tráfego e serviço de ônibus prejudicados desde a manhã.

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O motivo: atrasos no pagamento de benefícios e salário. O vale, previsto para dia 20, só caiu no dia 26; o salário com vencimento no 5º dia útil (9/9) ainda não tinha sido pago até hoje. Trabalhadores dizem que a paciência acabou.

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Empresas, pelo Sinetram, afirmam que a verba do transporte escolar foi depositada judicialmente e devolvida ao Estado, aguardando liberação — ou seja, o repasse público travou o fluxo de caixa do sistema e virou o foco do conflito.

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Mais que atraso: é um efeito em cadeia. Sem repasses, empresas alegam incapacidade de pagar; sem pagamento, trabalhadores entram em greve; sem ônibus, estudantes e trabalhadores perdem acesso à cidade. Isso compromete inclusão social e mobilidade sustentável.

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O caminho prático: mediação imediata entre Estado, empresas e sindicato; liberação emergencial dos recursos do transporte escolar; e auditoria/transparentização dos repasses pra que esse ciclo não se repita. Priorizar salário é priorizar direitos básicos.

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Reflexão final: transporte público é serviço essencial — seu financiamento e gestão não podem virar terreno de risco para trabalhadores e usuários. A solução exige responsabilidade administrativa e foco nas pessoas, não numa disputa burocrática.

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