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Decisão do presidente da Câmara e abertura de inquérito no Conselho de Ética colocam em xeque regras sobre ausência de parlamentares no exterior 🇧🇷

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Conselho de Ética abre processo contra Eduardo Bolsonaro, do PL, que está desde fevereiro nos EUA 🧵 Nesta terça (23), o presidente da Câmara Hugo Motta também barrou a nomeação dele como líder da minoria — o episódio acende debates sobre presença e responsabilidade parlamentar.

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A decisão de Hugo Motta, do Republicanos, foi publicada no Diário Oficial da Câmara. Até então, a oposição havia indicado Eduardo para substituir Caroline de Toni, o que permitiria abonar faltas e manter o mandato mesmo com trabalho fora do país — uma manobra que alguns consideram técnica, outros, contornada.

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Eduardo está nos EUA desde fevereiro — e essa permanência trouxe a estratégia: ser nomeado líder para que ausências fossem justificadas. A secretaria-geral da mesa argumentou que não há precedentes para exercício do mandato fora do território nacional. Esse parecer técnico virou ponto central do caso.

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O caso expõe mais do que um conflito entre partidos: toca na expectativa dos eleitores de ter representantes presentes e responsáveis. Para o PL, é perda política; para opositores, prova de que regras não podem virar brecha para privilégios. Hugo Motta justificou a medida como técnica e sem precedente.

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Com o Conselho de Ética em cena, a narrativa muda para institucionalidade: será investigado se houve infração às normas de decoro e exercício do mandato. É um teste para as regras da Casa e para a capacidade das instituições de garantir igualdade de tratamento entre deputados.

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Reflexão final: mais do que um episódio entre políticos, essa disputa aponta para questões maiores — transparência, responsabilidade e limites do poder dentro do Legislativo. A decisão pode virar precedente sobre como a Câmara lida com mandatos e ausências no exterior.

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