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🪲 Do resíduo orgânico a novos produtos: uma biofábrica em São Luís aposta em insetos para criar proteína e materiais mais sustentáveis.

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O Maranhão está transformando larvas em uma nova fronteira tecnológica! 🪲 No Hub SENAI de São Luís, a Biofábrica São Luís desenvolve proteínas, óleo e biomateriais a partir do Tenebrio molitor, a famosa larva-da-farinha. 🧵

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A ideia vai muito além de “criar insetos”. O projeto usa o conceito de biorrefinaria: processa a biomassa e separa componentes para diferentes mercados, aproveitando praticamente todo o ciclo produtivo.

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Da mesma larva podem surgir farinha proteica para alimentos funcionais e nutrição esportiva, óleo com aplicações alimentares e industriais, além de quitina e quitosana para bioplásticos, agricultura e materiais biodegradáveis. 🚀

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Um dos pontos mais promissores: a biofábrica estuda usar resíduos orgânicos de indústrias como alimento para os insetos. É tecnologia conectando cadeias produtivas, reduzindo desperdício e criando valor onde antes havia descarte.

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A operação já produz farinha proteica, óleo e coprodutos, além de comercializar tenébrios vivos. Agora, o desafio é validar aplicações e escalar a fabricação — com apoio de infraestrutura, testes e parcerias no Hub SENAI.

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Quando inovação industrial, ciência e economia circular se encontram, surgem novas oportunidades locais: mais soluções sustentáveis, cadeias produtivas diversificadas e conhecimento tecnológico desenvolvido no Maranhão. O futuro pode ser pequeno — e muito poderoso. 🪲

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