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Resumo em 10 segundos

Depois de quase 20 anos juntos, Ivete e Daniel deixam pistas sobre o destino da marca de caldos e da escola que criaram — o que muda para empregados e consumidores? 🤝🍲

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Ivete Sangalo e Daniel Cady se separam após quase 20 anos: e agora, o que acontece com a marca de caldos e a escola que construíram juntos? 🎤🍲🧵

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A história deles virou portfólio. Além da carreira artística, o casal lançou uma marca de caldos artesanais e uma escola com foco em nutrição e culinária. Ivete trouxe alcance; Daniel, credibilidade técnica. Juntos, criaram empregos e uma cadeia de fornecedores locais.

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No centro da questão estão contratos e governança: quem detém quotas, há acordo de sócios, cláusulas de buyout? Cenários possíveis: cisão de ativos, venda da participação de um dos sócios, gestão independente ou entrada de investidores. Cada opção mexe no valor da marca.

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Não é só sobre nomes na capa — são professores, cozinheiras e produtores que dependem desses projetos. Uma transição responsável precisa priorizar estabilidade dos contratos, manutenção de políticas de compras sustentáveis e respeito aos direitos trabalhistas.

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Do ponto de vista do mercado, há risco reputacional, mas também oportunidade: reposicionar a marca com foco em alimentação saudável e acessível; ampliar parcerias; licenciar a linha para quem garante escala e práticas sustentáveis. Democracia de acesso pode virar vantagem competitiva.

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Lições práticas que vêm desse tipo de separação: acordos societários claros, conselho independente, plano de sucessão e comunicação transparente reduzem rupturas. Compradores e fundos valorizam marcas com propósito mensurável — não só o rosto famoso por trás.

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O desfecho ideal seria um dos negócios preservar empregos, reforçar a missão de saúde e chegar a mais gente — provando que estrutura e propósito sustentam uma marca além do sobrenome. Crise pode virar virada se houver governança e visão de longo prazo.

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