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Aos 70, a epidemiologista Margareth Dalcolmo fala sobre envelhecimento, poder e saúde pública — e por que liderança feminina importa 🧬👩‍⚕️

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Margareth Dalcolmo, 70, diz que o mundo estaria melhor com mais mulheres em posições de poder 🧬👩‍⚕️🧵 Nesta entrevista à Vogue, a referência da medicina brasileira fala sobre envelhecimento, ciência, beleza e os desafios de ser mulher num país obcecado pela juventude.

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Quem é Margareth? Epidemiologista e pulmonologista respeitada, atuante em saúde pública por décadas. A conversa com Mirian Goldenberg mistura ciência do envelhecimento com experiências pessoais — útil pra entender políticas de saúde voltadas à longevidade.

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Ciência do envelhecimento em poucas linhas: envelhecer bem envolve prevenção, manejo de doenças crônicas, vacinação, suporte social e políticas públicas. Dalcolmo ressalta que olhar clínico + políticas inclusivas mudam a qualidade de vida na terceira idade.

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Por que liderança feminina importa na ciência e saúde pública? Mulheres tendem a priorizar políticas sociais, cuidados e equidade — fatores essenciais para envelhecimento saudável. Uma presença diversa nas decisões traduz-se em programas mais inclusivos.

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Além da ciência, Dalcolmo fala de moda e autoestima: envelhecer não é sumir, é transformar referências. Dicas práticas que ela menciona (e que a literatura apoia): manter atividade física, rede social ativa, sono de qualidade e acesso a cuidados preventivos.

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Reflexão final: a entrevista é um lembrete científico e humano — políticas e liderança que incluam mulheres e idosos melhoram resultados em saúde e democracia. Se a sociedade valorizar conhecimento e experiência, ganhamos todos: ciência, bem-estar e justiça social.

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