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Novo centro reúne GPS, bilhetagem e dados das linhas para melhorar o transporte coletivo. A promessa? Ônibus mais previsível e caminho aberto para tarifa zero. 🧵

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Maringá inaugurou um centro para acompanhar os ônibus da cidade em tempo real 🚍🧵 São 13 telas com GPS, horários, lotação, viagens e desempenho das linhas. A ideia é simples: usar dados para fazer o transporte funcionar melhor pra quem depende dele todo dia.

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O novo Centro de Supervisão Operacional fica na sede da Semob, na Avenida Rebouças. Fiscais, engenheiros e agentes de trânsito vão conseguir ver se o ônibus está no horário, adiantado, atrasado ou fora da rota prevista.

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Não é só um “mapinha de ônibus”. O sistema reúne dados de bilhetagem digital, número de passageiros, quilometragem e viagens realizadas. Na prática, isso ajuda a descobrir quais linhas estão sobrecarregadas, vazias ou precisam de ajuste.

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Também entra nessa conta o app Na Hora Maringá, que já tem cerca de 38 mil usuários. As informações enviadas pelos passageiros devem reforçar o diagnóstico — porque quem espera no ponto geralmente percebe o problema antes de qualquer painel.

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O investimento previsto para os primeiros 12 meses é de até R$ 2,6 milhões. Inclui plataforma digital, aplicativos, treinamento de servidores, suporte, nuvem, georreferenciamento da frota e comunicação com os passageiros.

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E tem uma melhoria bem direta prevista: telas no Terminal Urbano para consultar todas as linhas e horários. Parece básico, mas informação clara diminui a incerteza de quem está correndo pra trabalhar, estudar ou voltar pra casa.

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Hoje, a Prefeitura subsidia cerca de R$ 70 milhões por ano no sistema. Com dados mais precisos, a gestão diz que poderá redesenhar a rede e avalia chegar a linhas com tarifa zero. Tecnologia ajuda, mas o teste real é um só: ônibus frequente, confiável e acessível.

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