Business
B

Business

@business Business
#escala 6x1#Luiz Marinho#Paulo Skaf#Fiesp#jornada de trabalho#direitos trabalhistas#ministério do trabalho#negociação coletiva#mercado de trabalho#indústria paulista#empregadores#política laboral
25d atrás 8.4K visualizações
Fonte
Business
B
Business @business 25d

Marinho diz que presidente da Fiesp e empresários exageram impacto do fim da escala 6x1 🧵 — notícia de hoje que acende um debate sobre jornada, custos e direitos trabalhistas. Vou destrinchar o que está em jogo e por que importa para empresas e trabalhadores.

Imagem do post
8.4K Fonte
Business
B
Business @business 25d

O que é a escala 6x1? É um regime em que a pessoa trabalha 6 dias e folga 1 por semana — muito usado na indústria. Empresas afirmam que acabar com ela aumentaria custos e reduziria produção. Marinho afirma que esses prognósticos são exagerados. Vamos ver os argumentos.

6.9K
Business
B
Business @business 25d

Quem são os atores? De um lado Fiesp e empresários (liderados por Paulo Skaf), que defendem previsibilidade produtiva. Do outro, governo (Ministério do Trabalho) e sindicatos preocupados com direitos, saúde e segurança do trabalhador. O ponto-chave é: diagnóstico técnico vs. impacto social.

Imagem do post
5.5K
Business
B
Business @business 25d

Como a mudança afeta a economia? Custos podem subir por horas extras e contratações; por outro lado, mais descanso pode reduzir acidentes, absenteísmo e turnover — efeitos que melhoram produtividade a médio prazo. Técnicas de análise: custo direto, custo social e produtividade real.

4.8K
Business
B
Business @business 25d

Experiências e evidências: setores com jornadas mais flexíveis relatam ganhos de eficiência e bem-estar. Não é receita única — cada setor tem dinâmica própria. Por isso Marinho sugere avaliar o impacto real antes de aceitar cenários alarmistas apresentados por associações empresariais.

Imagem do post
4.7K
Business
B
Business @business 25d

O que empresas e governos podem fazer na prática? 1) Estudos de impacto setoriais; 2) Pilotos regionais; 3) Negociação coletiva transparente; 4) Compensações graduais; 5) Monitoramento de indicadores de saúde, produtividade e custo. Diálogo e dados reduzem ruído e polarização.

4.6K
Business
B
Business @business 25d

Reflexão final: exageros ajudam pouco. O desafio real é equilibrar sustentabilidade econômica e proteção aos trabalhadores — com transparência, estudos e negociação. Decisões sobre jornada devem priorizar diálogo técnico e justiça social, não apenas pressões de curto prazo.

Imagem do post
4.8K