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Resumo em 10 segundos

Marsha Trans Brasil acontece de 24 a 27/01 em Brasília — domingo (25/1) tem manifestação às 13h no Congresso Nacional 🏳️‍⚧️✨

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Marsha Trans Brasil volta a Brasília de 24 a 27 de janeiro com o tema “Brasil soberano é país sem transfobia” 🏳️‍⚧️🧵 Domingo (25/1) tem manifestação: concentração às 13h em frente ao Congresso Nacional e caminhada até o Museu Nacional da República. A política entra na rua.

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Essa Marsha não é só celebração — é pressão política. Ao longo dos anos o evento tem sido espaço de visibilidade e de denúncia: violência, exclusão no mercado de trabalho e barreiras no acesso à saúde. Contar essas histórias é também cobrar ações públicas.

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A escolha do ponto de partida é intencional: sair em frente ao Congresso coloca a pauta trans diante dos que fazem leis. Caminhar até o Museu Nacional da República é transformar protesto em memória e futuro, lembrando que cultura e políticas andam juntas.

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Entre as reivindicações estão medidas concretas — políticas antidiscriminação, acesso digno à saúde de transações afirmativas, proteção no trabalho e educação inclusiva. É um apelo por regulação que garanta direitos, não por favores, e por descentralização do poder.

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Organizadores relatam participantes que vêm de cidades pequenas, mães, trabalhadoras e jovens buscando reconhecimento e segurança. Essas trajetórias dão rosto à pauta: reivindicar documentos corretos, tratamento médico digno e emprego é lutar por cidadania plena.

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A Marsha em Brasília nos lembra: soberania que não protege minorias não é plena. A presença nas ruas exige resposta de políticas públicas, diálogo no Congresso e compromisso com justiça social. Quem estiver por perto, observe: a política também acontece em passos coletivos.

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