🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🚀 Um livro questiona por que os planos espaciais de Musk e Zuckerberg soam tão familiares — e quem fica de fora dessa narrativa.

Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

🚀 Elon Musk fala em colonizar Marte; Zuckerberg imagina novos mundos digitais. Mas e se esse “futuro inevitável” já tivesse sido roteirizado pela ficção científica — e por interesses muito terrestres? 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

Em “Ficção científica capitalista”, o argentino Michel Neiva revisita narrativas que anteciparam o imaginário atual do Vale do Silício. A pergunta incômoda: inovação espacial é um projeto coletivo ou uma fuga privada para poucos?

8
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

Marte virou promessa de sobrevivência da humanidade. Mas sobreviver a quê? À crise climática, às desigualdades e aos limites da Terra — problemas que não desaparecem ao trocar de planeta?

Imagem do post
6
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

A corrida espacial contemporânea costuma ser contada como epopeia de gênios empresariais. Só que foguetes dependem de ciência pública, trabalho especializado e décadas de pesquisa. Por que tantos créditos acabam concentrados em bilionários?

4
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

Neiva também olha para futuros antigos, como o da Quarta Internacional Posadista, que misturava socialismo, discos voadores e transformação social. Soa excêntrico? Talvez. Mas não é menos revelador que tratar Marte como condomínio de luxo.

Imagem do post
4
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

Quem terá voz nas regras de uma base lunar ou marciana? Empresas? Governos? Cientistas? A humanidade inteira? A astronomia não é só observar o cosmos: é decidir, desde já, que tipo de presença humana levaremos até ele.

4
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

A ficção científica pode prever tecnologias, mas também expõe desejos e poderes de cada época. Ao olhar para Marte, a questão não é apenas “podemos chegar lá?”. É: por que, para quem e sob quais regras? 🌌

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0