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Resumo em 10 segundos

📊 Pivetta aparece numericamente à frente, mas a margem de erro mantém o jogo aberto no Mato Grosso. E mais de 60% ainda não escolheu um nome. 🧵

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Mato Grosso começou a desenhar sua corrida de 2026 — mas ainda sem roteiro definido. 📊 Otaviano Pivetta (Republicanos) tem 39% no cenário estimulado, contra 35% de Wellington Fagundes (PL). A diferença, porém, cabe na margem de erro. 🧵

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A pesquisa do Paraná Pesquisas ouviu 1.504 eleitores entre 21 e 23 de agosto. Com margem de erro de 2,6 pontos e confiança de 95%, o retrato é claro: Pivetta lidera numericamente, mas os dois estão em empate técnico.

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O dado que muda o clima da disputa está na pergunta aberta, sem lista de candidatos: mais de 60% dos entrevistados ainda não sabe em quem votar. É um eleitorado que ainda pode transformar a campanha — e cobrar propostas concretas.

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Quando os nomes são apresentados, Pivetta e Fagundes se separam por 4 pontos. No segundo turno simulado, Pivetta também aparece à frente numericamente, mas novamente dentro da margem de erro. Em outras palavras: não há favorito consolidado.

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A eleição estadual não será decidida só por alianças e reconhecimento de nome. Serviços públicos, infraestrutura, educação, saúde, emprego e a gestão sustentável de um estado central para o agronegócio devem pesar na escolha de quem ainda está indeciso.

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Na disputa pelas duas vagas do Senado, Mauro Mendes (União Brasil) e Janaína Riva (MDB) aparecem mais bem posicionados no cenário estimulado. Mas o cenário espontâneo também registra maioria sem decisão — sinal de que a corrida está longe de fechada.

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O primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Até lá, pesquisa é fotografia, não sentença: revela tendências e mostra onde está o poder real da eleição no momento — nas mãos de uma maioria que ainda espera razões para decidir.

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