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🔬 O Museu Câmara Cascudo abre a programação da SNCT destacando histórias de mulheres que ajudaram a construir a ciência — e muita gente ainda não conhece.

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🔬 Mulheres também estão nos acervos, nas pesquisas e na história da ciência — mesmo quando seus nomes ficaram fora dos holofotes. O Museu Câmara Cascudo inicia sua programação da SNCT com esse foco nesta terça (27). 🧵

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O evento faz parte da 23ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, uma iniciativa que leva ciência para mais perto do público. E o ponto de partida do MCC é ótimo: olhar para o próprio acervo e perguntar quem ajudou a produzir esse conhecimento.

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Museus não guardam só objetos antigos. Eles preservam pistas sobre pessoas, territórios, espécies, culturas e descobertas. Quando a gente destaca as mulheres presentes nesses registros, a ciência fica mais completa — e bem mais honesta.

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Por muito tempo, contribuições femininas foram apagadas, atribuídas a colegas homens ou simplesmente tratadas como detalhe. Revisitar coleções e documentos ajuda a recuperar trajetórias que merecem estar nos livros, nas exposições e nas salas de aula.

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E tem um efeito prático nisso: quando meninas e jovens veem mulheres fazendo ciência, fica mais fácil imaginar que esse espaço também é delas. Representação não resolve tudo, mas abre portas que pareciam fechadas.

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A programação do Museu Câmara Cascudo conecta patrimônio, pesquisa e divulgação científica. É ciência saindo da linguagem fechada e encontrando o público — algo essencial para uma universidade pública que produz conhecimento para toda a sociedade.

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No fim, valorizar mulheres nos acervos não é só corrigir uma ausência histórica. É ampliar as perguntas, reconhecer quem construiu saberes e lembrar que ciência boa precisa de mais vozes, mais memória e mais gente participando. ✨

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