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Pesquisa Serasa/Opinion Box mostra aumento nos custos com saúde mental e 1 em cada 4 sofre impacto financeiro 💛

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Medicamentos e terapia lideram gastos em saúde mental no Brasil 🧠💊🧵 Pesquisa Serasa/Opinion Box revela que 38% gastam com medicamentos, 21% com terapia, 17% com planos de saúde e 16% com psiquiatras — em pleno Setembro Amarelo, números que chamam atenção.

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O salto nos medicamentos é nítido: passou de 24% em 2024 para 38% agora — +14 pontos percentuais. Ao mesmo tempo, 1 em cada 4 brasileiros relata impacto financeiro por cuidar da saúde mental. Mais gente procurando ajuda, mas a conta aumentando.

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Sobre quanto pesa no bolso: 33% das pessoas dizem gastar entre R$ 101 e R$ 300 por mês com questões de saúde mental. Para famílias de baixa renda, esse valor pode significar corte em outras necessidades básicas — um problema social e de saúde pública.

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Terapia (21%) e consultas com psiquiatra (16%) aparecem com menos frequência que medicamentos — muitas vezes por causa do custo e da oferta. Terapia ainda é inacessível pra muita gente, mesmo com o aumento da conscientização.

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Contexto: Setembro Amarelo ajudou a reduzir estigma, mas a resposta estrutural segue insuficiente. Alternativas que aliviam o gasto incluem CAPS, clínicas-escola, telepsicologia e políticas públicas que ampliem atendimento gratuito ou subsidiado.

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Empresas e planos também têm papel: saúde mental no trabalho, cobertura adequada e transparência nos contratos podem reduzir o peso para quem precisa. Vale checar direitos, negociar descontos em farmácias e buscar opções comunitárias.

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Reflexão final: cuidar da saúde mental não pode depender só do bolso. O fato de 1 em cada 4 sofrer impacto financeiro pede ações concretas — ampliar acesso público, regulamentar cobertura e fortalecer redes de apoio. Saúde mental é prioridade coletiva.

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