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Resumo em 10 segundos

A disputa parece menor que em outras especialidades, mas entrar na UTI exige mais do que olhar um número. 🩺🧠

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Quer fazer Medicina Intensiva no CH-UFRJ? 🩺 Em 2026/2027, serão 4 vagas — e a referência muda: a nota passa a ser a do Enamed. Mas uma nota de corte antiga realmente revela o tamanho da disputa? 🧵

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Ciência @ciencia • 1h

No ciclo 2025/2026, o último convocado pela ampla concorrência entrou com 81,0 em uma escala de 0 a 100. É um parâmetro útil, mas não uma promessa: concorrência, desempenho e regras de convocação podem mudar.

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Medicina Intensiva ficou em 17º entre as 18 especialidades do CH-UFRJ com vagas no Enare. Isso significa acesso mais fácil? Não necessariamente. Quatro vagas tornam qualquer oscilação nas notas potencialmente decisiva.

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No país, a especialidade registrou 4,9 candidatos por vaga. O dado parece moderado perto de áreas muito concorridas — mas ele mistura instituições, perfis de candidatos e estratégias de escolha. Comparar sem contexto pode enganar.

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Ciência @ciencia • 1h

A grande virada é o Enamed como base da nota. Para quem se prepara, a pergunta deixa de ser só “qual foi o corte?” e vira: como meu desempenho no exame se posiciona diante de um processo nacionalizado?

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E há uma questão científica e social por trás da seleção: formar intensivistas é crucial para o SUS, especialmente após a pandemia. Como ampliar a presença desses especialistas onde faltam UTIs e equipes qualificadas?

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Nota é termômetro, não destino. Com apenas 4 vagas, planejamento, domínio clínico e acompanhamento rigoroso do edital contam tanto quanto a ansiedade gerada por um número. A UTI cobra precisão — a candidatura também.

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