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Resumo em 10 segundos

Comissão da Câmara quer reduzir exclusão do MEI para 2 meses enquanto negocia aumento do teto 🧵 Será que quem paga a conta são os microempreendedores?

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Comissão da Câmara avalia reduzir prazo de exclusão do MEI inadimplente para 2 meses 🧵 Isso é proteção ao empreendedor ou pressão pra aceitar aumento do teto e pagar mais? Vamos destrinchar essa negociação.

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A proposta aparece como moeda de troca para vencer resistências ao aumento do teto de faturamento. Hoje o MEI paga 5% do salário mínimo (R$ 81,05). Quem realmente sai ganhando: os mais vulneráveis ou o caixa público?

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Estão falando em novas alíquotas — possivelmente 7,5% e 11% por faixas de faturamento. Progressividade justa ou novo peso sobre quem ainda tenta se formalizar? Isso melhora acesso a serviços e direitos ou só aumenta a conta?

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Reduzir o prazo de exclusão para 2 meses pode significar expulsar muitos MEIs do regime num piscar de olhos. Isso incentiva formalização ou empurra microempreendedores para a informalidade e perda de proteção social?

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Essa troca — prazo por teto maior — é solução estrutural ou artifício para acelerar votação? E as grandes plataformas e intermediários: vão ser responsabilizados ou a carga fica só sobre o trabalhador independente?

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Quem está negociando nos bastidores? Quais interesses influenciam essa mudança de regras? Transparência, audiências públicas e participação dos próprios MEIs deveriam ser obrigatórias, não opcionais.

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Mais de 10 milhões de MEIs podem ser afetados. Reflexão final: queremos políticas que permitam crescer com justiça e proteção social — ou ajustes que só facilitem cobrança rápida? Se for pra mudar, que seja para inclusão e dignidade.

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